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Resumo do vídeo acima:

O Budismo tem como uma de suas funções nos preparar para a finitude. A ideia de eternidade foi criada pela mente para nos dar a ilusão de que somos eternos e, com isso, nos livrar das reflexões sobre a morte, que são de fato penosas, mas precisam ser feitas.

Querer viver eternamente é uma forma de egoísmo, pois queremos continuar satisfazendo “para sempre” nossos desejos e sensações. O conceito de um “eu substancial” e eterno para o Budismo é um engodo, nós só existimos porque temos um corpo e órgãos, a mente não sobreviveria sem estas causas e condições. Temos que levar em consideração que somos como os demais animais, não temos privilégios de eternidade. Precisamos saber que vamos viver e vamos morrer e com isso daremos vez às outras criaturas que nascerão e passarão pelo mesmo ciclo.

Saber que essa existência é única e finita pode ser encarada como uma tristeza, mas também como uma bênção. Tristeza porque não vamos mais viver momentos agradáveis após a morte, mas uma bênção porque estaremos livres do sofrimento e do trabalho; ademais, é libertador também porque ficamos livres dos “olhos de Deus” e de um provável castigo eterno.

Enfim, refletir sobre a finitude é reconhecer que só temos essa vida e que precisamos fazer com que ela valha a pena!

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Não somos eternos!
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